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Revista N & D

A revista Natureza & Desenvolvimento chega à comunidade científica com uma missão bastante clara: tornar-se referência nacional e internacional quanto aos temas propostos. Temos a percepção de que investir em informação qualificada tem sido um dos grandes desafios de nossa sociedade e a falta de publicações dessa natureza gera um danoso vácuo de conhecimento. 

Foi pensando nesse cenário que resolvemos lançar a revista Natureza & Desenvolvimento, publicação que vem preencher um vazio editorial na área e cujo objetivo é o de reunir, de forma estratégica e necessária, inteligências – geralmente dispersas – que possam contribuir para o avanço tecnológico no setor. Optamos por um binômio sem o qual não há possibilidade de crescimento. O vínculo entre natureza e desenvolvimento é necessário, urgente e estratégico. Cabe a nós, membros da comunidade científica, percebermos esse momento e transformá-lo em um diferencial competitivo de forma a promover, efetivamente, o desenvolvimento. 

Estamos, mais uma vez, investindo em informação qualificada. Isso significa um avanço significativo em um setor que merece ser mais bem percebido sob pena de sacrificarmos nosso próprio futuro. Queremos deixar às futuras gerações um legado de inteligência – e de inteligência competitiva - e isso significa reunir nossa produção científica de forma a permitir um acesso mais socializado e passível de uma transferência responsável à sociedade. 

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  • ano 2005 - vol 1 - n1

    CONTRIBUIÇÕES DO DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA FLORESTAL DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA PARA O DESENVOLVIMENTO DA ÁREA AMBIENTAL NO BRASIL

    Natureza & Desenvolvimento, v. 1, n. 1, p. 1-7, 2005 - [download]
    Palavras-chave: Meio ambiente, ensino, pesquisa e extensão

    Autores: Elias Silva
    Resumo: Este trabalho apresenta as contribuições do Departamento de Engenharia Florestal (DEF) da
    Universidade Federal de Viçosa (UFV) para o desenvolvimento da área ambiental no Brasil. Representa
    uma livre reflexão sobre o tema, que se torna oportuna, considerando que como o DEF se originou da
    Escola Nacional de Florestas, criada em 1960, estão sendo cumpridos 45 anos de ação efetiva na
    temática ambiental. A abordagem considera a trilogia Ensino, Pesquisa e Extensão, que permite
    compreender o pioneirismo e a liderança do DEF na integração da variável ambiental à Ciência Florestal.
    Conclui-se que o DEF apresenta excelência na formação e no aprimoramento de pessoal técnico e na
    assessoria às mais diversas pessoas físicas e jurídicas envolvidas com o tema ambiental.
  • ano 2005 - vol 1 - n1

    IDENTIFICAÇÃO DAS ALTERNATIVAS PARA A MELHORIA DO TRÁFEGO REGIONAL

    Natureza & Desenvolvimento, v. 1, n. 1, p. 9-18, 2005 - [download]
    Palavras-chave: Anel viário, Sistema de Informações Geográficas, traçados alternativos e transportes

    Autores: Wilson Gandini Lugão, Maria Lúcia Calijuri e Pedro João Antunes de Souza
    Resumo: A maioria das cidades brasileiras teve como base para seu desenvolvimento o uso das rodovias
    na ligação com outros locais de interesse econômico, social e cultural. Ao longo do tempo, entretanto,
    essas cidades cresceram às margens dessas rodovias, fazendo com que grande parte do tráfego que
    atravessa a cidade apenas o faz como passagem obrigatória ao acesso a outras regiões. Esse tráfego de
    passagem gera grandes transtornos tanto à malha viária urbana quanto à população local, por sobrecarregar
    o sistema, danificar aceleradamente o pavimento que não foi projetado para suportar essa carga, diminuir
    a segurança dos pedestres, aumentar o tempo de viagem e estressar os motoristas. O objetivo deste
    trabalho foi identificar traçados alternativos que minimizassem os problemas do sistema viário do
    município de Ponte Nova – Minas Gerais, Brasil. Os traçados foram processados via rotinas de apoio
    à decisão, com o uso de Sistemas de Informações Geográficas, resultando em um auxílio relevante ao
    poder público para a melhoria do transporte viário regional.
  • ano 2005 - vol 1 - n1

    ESTRATÉGIAS PARA AGRICULTORES FAMILIARES EM ÁREAS DE PROTEÇÃO AMBIENTAL: DESENVOLVIMENTO RURAL E PRESERVAÇÃO DA NATUREZA

    Natureza & Desenvolvimento, v. 1, n. 1, p. 19-28, 2005 - [download]
    Palavras-chave: Área de Proteção Ambiental, agricultura familiar, sustentabilidade, agrossistemas e manejo de bacia hidrográfica

    Autores: Jussara Machado Jardim Rocha e Elias Silva
    Resumo: A agricultura familiar passou por grandes mudanças técnicas e revisões teóricas nas últimas
    décadas do século XX, principalmente após o processo de modernização agrícola, que acarretou inúmeras
    conseqüências ambientais. As bacias hidrográficas têm sido consideradas unidades físicas naturais para
    implementação de programas que visam o aumento da produção agrícola de acordo com o paradigma
    desenvolvimento sustentável. A bacia do rio Pacuí é de grande importância como manancial perene para
    o abastecimento urbano e rural de vários municípios da Zona Geográfica Montes Claros, sendo ocupada,
    na sua maior parte, por agricultores familiares horticultores. Sua importância ambiental foi atestada
    quando, em audiência pública, foi solicitada ao CODEMA que nessa região fosse criada uma Área de
    Proteção Ambiental. Assim, a partir de trabalhos de campo – entrevistas e questionários –, sob a ótica
    do desenvolvimento sustentável, buscou-se avaliar a sustentabilidade econômica, social e ambiental das
    unidades familiares de produção da bacia hidrográfica do rio Pacuí, Montes Claros-MG. Como resultado,
    foram sugeridas estratégias para ocupação de uma APA por agricultores familiares, tendo sido delimitados
    os agrossistemas – sistemas sustentáveis, formados a partir de mudanças paulatinas e progressivas, no
    atual processo produtivo utilizado pelos agricultores familiares, numa adequação das práticas da agricultura
    tradicional ao menor uso de agroquímicos, buscando conciliar a preservação dos recursos naturais com
    a manutenção da produtividade.
  • ano 2005 - vol 1 - n1

    POTENCIAL PARA A UTILIZAÇÃO DE SITEMAS DE WETLANDS NO TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUÁRIAS: UMA CONTRIBUÍÇÃO A SUSTENTABILIDADE DOS RECURSOS HÍDRICOS NO BRASIL

    Natureza & Desenvolvimento, v. 1, n. 1, p. 29-39, 2005 - [download]
    Palavras-chave: Recursos hídricos, wetlands, sistemas de wetlands construídos e cargas poluidoras

    Autores: Aníbal da Fonseca Santiago, Maria Lúcia Calijuri e Patrícia das Graças Luís
    Resumo: Há uma estreita relação entre qualidade de vida, sustentabilidade dos recursos hídricos e
    controle de cargas poluidoras. Uma gama de doenças está relacionada à qualidade da água utilizada;
    estima-se que até 10% do tempo útil de trabalho no mundo seja desperdiçado devido às condições da
    água utilizada. O grande déficit nos serviços de saneamento básico no Brasil, principalmente no que diz
    respeito ao esgotamento sanitário, é preocupante e leva a uma constatação: há a necessidade de se optar
    por sistemas simplificados de coleta e tratamento de esgoto. Os sistemas de wetlands, principalmente
    os construídos, estão entre os chamados sistemas naturais de tratamento de esgotos, tecnologias
    promissoras devido às suas características de simplicidade de construção, operação e manutenção, à
    estabilidade dos processos envolvidos e ao custo efetivo. Esses sistemas têm apresentado alta eficiência
    na melhoria da qualidade de águas residuárias, indicando um grande potencial para utilização. Contudo,
    no Brasil, o seu uso ainda é incipiente.
  • ano 2005 - vol 1 - n1

    LEITURA E CARACTERIZAÇÃO DA PAISAGEM EM AUXÍLIO AO PLANEJAMENTO DA OCUPAÇÃO URBANA DE PONTE NOVA-MG

    Natureza & Desenvolvimento, v. 1, n. 1, p. 41-50, 2005 - [download]
    Palavras-chave: Expansão urbana, áreas de risco e caracterização do meio físico

    Autores: Othavio Afonso Marchi, Maria Lúcia Calijuri, Sandra Helena Gonçalves Costa, Wilson Gandini Lugão e
    Pedro João Antunes de Souza
    Resumo: Ao longo de sua ocupação, o município de Ponte Nova-MG tem sofrido um forte impacto na sua paisagem, oriundo do crescimento desordenado e da falta de planejamento no uso e na ocupação do solo urbano, levando a população local e o poder público a enfrentar problemas relacionados às áreas de
    risco de escorregamentos, enchentes e inundações. Diante deste quadro, o objetivo deste trabalho foi
    fazer uma leitura e a caracterização da paisagem urbana do município. Para tanto, implementou-se uma
    base de dados cartográficos georreferenciados (altimetria, hidrografia, sistema viário e evolução da
    mancha urbana), com o objetivo de fornecer subsídios que auxiliem na orientação e racionalização à
    ocupação da área urbana.
  • ano 2005 - vol 1 - n1

    SUSCETIBILIDADE DAS ÁREAS DE RISCO A MOVIMENTOS DE MASSA NA APA PETRÓPOLIS-RJ

    Natureza & Desenvolvimento, v. 1, n. 1, p. 51-58, 2005 - [download]
    Palavras-chave: Áreas de risco e movimentos de massa

    Autores: Alessandra Carreiro Baptista, Maria Lúcia Calijuri, Carlos Ernesto Gonçalves Reynaud Schaefer e
    Eduardo Antônio Gomes Marques
    Resumo: A Área de Proteção Ambiental da Região Serrana de Petrópolis - APA Petrópolis-RJ apresenta
    características potenciais para o desenvolvimento de áreas de risco, pois se posiciona em região de
    topografia acidentada e mostra-se em processo acelerado e desordenado de urbanização, principalmente em terras petropolitanas. O objetivo deste trabalho foi apresentar um diagnóstico geral do risco geológico.
    Para isso, e tendo como base o Zoneamento Ambiental da APA Petrópolis, foram apontados os processos
    geológicos-geotécnicos existentes, suas principais causas e os fatores físico-antrópicos condicionantes.
    Pretende-se, assim, gerar subsídios para a busca de soluções e futuras intervenções, por parte do poder
    público municipal.
  • ano 2005 - vol 1 - n1

    ESTUDO DO TAMANHO E DA FORMA DE UNIDADES DE AMOSTRA, UTILIZANDO A AMOSTRAGEM CASUAL SIMPLES PARA INVENTARIAR A ARBORIZAÇÃO URBANA VIÁRIA

    Natureza & Desenvolvimento, v. 1, n. 1, p. 59-66, 2005 - [download]
    Palavras-chave: Arborização urbana, unidades de amostra, amostragem e inventário de arborização

    Autores: Aderbal Gomes da Silva, Wantuelfer Gonçalves, Helio Garcia Leite e Ednilson dos Santos
    Resumo: O objetivo deste trabalho foi estudar o tamanho e a forma de unidades de amostra usadas em inventários de arborização urbana viária. O estudo foi conduzido na cidade de Belo Horizonte-MG, contemplando os indivíduos arbóreos existentes nos passeios públicos de cinco bairros.
    Como testemunha foi realizado um inventário quali-quantitativo total na área de estudo, e através
    de um inventário amostral foram testados seis diferentes tipos de unidades (200 x 200 m, 100 x
    400 m, 300 x 300 m, 150 x 600 m, 400 x 400 m, 200 x 800). As unidades amostrais de 300 x 300 m
    foram as que apresentaram o menor erro-padrão da média, menor erro de amostragem, menor
    coeficiente de variação e menor desvio da média para um dado intervalo de confiança, demonstrando
    ter sido o melhor tipo de unidade de amostra para a realização de inventários na área de estudo.
  • ano 2005 - vol 1 - n1

    ESTUDO COMPARATIVO ENTRE OS PROCEDIMENTOS DE AMOSTRAGEM CASUAL SIMPLES E AMOSTRAGEM SISTEMÁTICA EM INVENTÁRIOS DE ARBORIZAÇÃO URBANA

    Natureza & Desenvolvimento, v. 1, n. 1, p. 67-73, 2005 - [download]
    Palavras-chave: Procedimentos de amostragem, arborização urbana e inventário

    Autores: Aderbal Gomes da Silva, Wantuelfer Gonçalves e Helio Garcia Leite
    Resumo: O objetivo deste trabalho foi comparar os procedimentos de amostragem aleatória e sistemática, avaliando sua eficiência para inventariar árvores de rua na cidade de Belo Horizonte-MG. O estudo foi conduzido mediante o inventário dos indivíduos arbóreos existentes em passeios públicos de cinco bairros. Para servir de testemunha, foi realizado um inventário quali-quantitativo total na área de estudo.
    Na realização do inventário por amostragem casual simples e por amostragem sistemática foram utilizadas
    unidades de amostra de 300 x 300 m. Após a obtenção das estimativas dos respectivos parâmetros,
    aplicou-se o teste t de Student para dados independentes, que confirmou a existência de diferença significativa entre os procedimentos. A eficiência relativa foi calculada com base no erro-padrão e no tempo de medição das unidades de amostra, obtendo-se a eficiência relativa de 34,17% da amostragem sistemática em relação à casual, mostrando ser esta última a de maior eficiência relativa.
  • ano 2005 - vol 1 - n1

    IMPACTOS DO FOGO SOBRE A ENTOMOFAUNA DO SOLO EM ECOSSISTEMAS FLORESTAIS

    Natureza & Desenvolvimento, v. 1, n. 1, p. 75-85, 2005 - [download]
    Palavras-chave: Invertebrados do solo, queima controlada, artrópodes, biondicador de qualidade do solo

    Autores: Edson Alves de Araújo e Guido Assunção Ribeiro
    Resumo: Resumo: Os objetivos desta revisão de literatura foram resgatar e discutir os trabalhos científicos acerca dos impactos do fogo sobre a entomofauna do solo. Inicialmente, serão discutidos os aspectos conceituais da fauna do solo e sua importância para o funcionamento dos ecossistemas. Em seguida, serão apresentadas as principais limitações ao estudo do assunto, como a amostragem em campo, a matematização do fenômeno e a diversidade e complexidade desses invertebrados, o que resulta na difícil identificação taxonômica. Além disto, analisam-se as novas tendências de estudo, ressaltando-se a utilização de ferramentas mais modernas e eficazes, como a geoestatística e os programas avançados de computador.
    A análise baseia-se na abordagem de alguns estudos sobre a microbiota (fungos e bactérias) e a fauna do
    solo em ecossistemas florestais. Nesses estudos evidenciam-se, principalmente, os efeitos diretos do
    fogo e sua atuação sobre a diversidade e os níveis populacionais existentes, antes e após a queima, seja
    a queima de forma controlada ou não. De modo geral, a biota do solo, afetada pela queima, restringe-se
    aos primeiros centímetros do solo, devendo ser ressaltado que a intensidade dos danos está relacionada às variáveis ambientais (temperatura, umidade, relevo, solo e vegetação), bem como à intensidade e freqüência do fogo, que são difíceis de ser controladas.
  • ano 2005 - vol 1 - n1

    VULNERABILIDADE AMBIENTAL DE UMA ÁREA PILOTO NA AMAZÔNIA OCIDENTAL: TRECHO DA BR-364 ENTRE FEIJÓ E MÂNCIO LIMA, ESTADO DO ACRE

    Natureza & Desenvolvimento, v. 1, n. 1, p. 87-102, 2005 - [download]
    Palavras-chave: Sustentabilidade ambiental, Amazônia, fragilidade ambiental e rio Juruá

    Autores: Eufran Ferreira do Amaral, João Luiz Lani, Nilson Gomes Bardales4 e Henrique de Oliveira
    Resumo: O objetivo deste trabalho foi avaliar a vulnerabilidade ambiental de um trecho da BR-364 entre Feijó e Mâncio Lima, no Estado do Acre. Para avaliação da vulnerabilidade adotou-se como metologia a
    proposta de Crepani et al. (1998) e INPE (1999), com algumas modificações. Na definição dos índices de
    vulnerabilidade considerou-se a suscetibilidade a diversos temas, como os aspectos geológicos e
    geomorfológicos (intensidade de dissecação, amplitude altimétrica e declividade), os solos (classes de solos), o tipo de vegetação e o clima. Com pesos diferentes, segundo os critérios adotados, chegou-se ao mapa de fragilidade ambiental. Conclui-se que há vários ambientes com vulnerabilidades diferenciadas, o que pode impactar em diferentes graus. O trecho entre Feijó e Tarauacá deve ser mantido com a cobertura vegetal original e uso sustentável exclusivamente florestal (manejo florestal). O trecho entre Tarauacá e as proximidades de Cruzeiro do Sul suporta um uso mais intensivo, com predominância de cultivos agroflorestais, porém as várzeas do rio Juruá devem ser mais bem avaliadas para o uso mais sustentável.
  • ano 2005 - vol 1 - n1

    PROGRAMA DE PRESERVAÇÃO DO PATRIMÔNIO CULTURAL E AMBIENTAL DA USINA IRAPÉ

    Natureza & Desenvolvimento, v. 1, n. 1, p. 105-113, 2005 - [download]
    Palavras-chave: Preservação de bens culturais e ambientais, metodologias de vanguarda, restauração, guarda de bens culturais, valorização do patrimônio natural

    Autores: Mônica Neves Cordeiro, Manoel Rafael de Oliveira, Enio Marcus Brandão Fonseca, Wilson Roberto
    Grossi, Humberto Ribeiro Mendes Neto, Andréa Cássia Pinto Pires de Almeida e
    Lucas dos Santos Roque
    Resumo: O Programa de Preservação do Patrimônio Cultural e Ambiental da Usina Irapé destaca-se
    pela utilização de metodologias de vanguarda, no que se refere à preservação de bens culturais e ambientais
    junto a comunidades afetadas por empreendimentos. Para tanto, foi importante a parceria entre a Cemig
    e o IPHAN, para utilização da metodologia do Inventário Nacional de Referências Culturais. Por meio
    do Programa foram inventariadas as manifestações culturais das comunidades, promovidas a restauração
    e a guarda de bens culturais e implantado um Programa de Educação Patrimonial e Ambiental, que visa
    a valorização do patrimônio cultural e natural e estimula novas produções com a implantação de dois
    Centros de Referência e Memória na região.

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